terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Desculpa
Gente espero que ainda tenha alguém querendo ler a web desculpa o sumiço estava em semana de prova e fico complicado postar mais estou de volta se alguém ainda quiser comentem aqui e me falem o que estão achando da web.
sábado, 7 de novembro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Cinquenta Tons de Marrom
Capitulo
14
— Você vai dirigindo de volta para a WSU7 ansioso até.
Ele olha para fora da janela. Está começado a chover. — Bem, é melhor você dirigir
com cuidado. — Seu tom é severo, autoritário. Por que ele deveria se importar?
— Você conseguiu tudo o que precisa? — Ele adiciona.
— Sim senhor, — eu respondo, embalando o gravador em
minha mochila. Seus olhos se estreitam, como estivesse pensando.
— Obrigada pela entrevista, Sr. Borges.
— O prazer foi todo meu, — ele diz, cortês como sempre.
Quando eu me ergo, ele se levanta e estende sua mão.
— Até a próxima, Senhorita Abrahão. — E isso soa como um
desafio, ou uma ameaça, eu não estou certa de qual. Eu franzo a testa. Quando será
que nós vamos encontrarmos novamente? Eu aperto sua mão mais uma vez, surpresa
que esta estranha corrente entre nós ainda está lá. Deve ser meus nervos.
— Sr. Borges. — Despeço-me dele com um movimento de
cabeça.
Ele se dirige a porta com graça e agilidade. E abre a
porta totalmente.
— Só assegurando que você passe pela porta, Senhorita Abrahão.
— Ele me dá um pequeno sorriso.
Obviamente, ele está referindo-se a minha entrada nada
elegante, mais cedo em seu escritório. Eu coro.
— Muito amável de sua parte, Sr. Borges, — lhe digo
bruscamente. Seu sorriso se alarga. Eu
estou contente que você me ache divertida, eu penso furiosa interiormente,
caminhando para o hall de entrada. Eu fico surpresa quando ele me segue.
Tanto Andrea, quanto Olivia me olham, igualmente
surpresas.
— Você tem um casaco? — Borges pergunta.
— Sim. — Olivia salta e recupera minha jaqueta, que Borges
tira dela antes que ela possa dar para mim. Ele a segura e me sentindo ridiculamente
tímida, eu coloco os ombros Borges coloca suas mãos por um momento em meus
ombros. Eu ofego com o contato.
Cinquenta Tons de Marrom
Capitulo
13
Ele coloca seus cotovelos nos braços da cadeira e coloca
seus dedos na frente de sua boca. Sua boca tão...dispersiva. Eu engulo seco.
— Não existe muito para saber, — eu digo, ruborizando
novamente.
— Quais são seus planos depois que você se formar?
Eu encolho os ombros, seu interesse me desconcerta. Ir
para Seattle com Lu, achar um lugar, achar um emprego. Eu realmente não pensei
além do meus exames finais.
— Eu não fiz quaisquer planos, Sr. Borges. Eu só preciso
passar nos meus exames Para o qual eu devia estar estudando no momento, em
lugar de me sentar em seu palaciano ostentoso, seu escritório estéril,
sentindo-me desconfortável sob seu penetrante
— Nós temos um excelente programa de estágio aqui, — ele
diz calmamente. Eu levanto minhas sobrancelhas em surpresa. Ele está me
oferecendo um emprego?
— Oh. Eu vou pensar nisto, — eu murmuro, completamente
confusa. — Ainda que eu não tenha certeza se me encaixaria aqui. — Oh não. Eu
estou refletindo em voz alta novamente.
— Por que você diz isto? — Ele dobra sua cabeça para um
lado, intrigado, uma sugestão de um sorriso toca seus lábios.
— É óbvio, não é? — Eu não tenho coordenação, sou
desleixada e não sou loira.
— Não para mim, — ele murmura. Seu olhar é intenso, todo
o humor tinha desaparecido, e estranhos músculos profundos em minha barriga
apertam de repente. Eu desvio meus olhos do seu olhar minucioso e olho cegamente
para baixo em meus dedos atados. O que está acontecendo? Eu tenho que sair,
agora. Eu me inclino para frente para recuperar o gravador.
— Você gostaria que eu mostrasse ao redor? — Ele
pergunta.
— Eu estou certa que você está extremamente ocupado, Sr.
Borges, e eu tenho uma longa viagem.
Cinquenta Tons de Marrom
Capitulo
12
— Éee... não. Lu, a Srta. Blanco, ela compilou as
perguntas.
— Vocês são colegas no jornal estudantil? — Oh Merda. Eu
não tenho nada a ver com o jornal estudantil. É a atividade extracurricular dela,
não minha. Meu rosto está em chamas.
— Não. Ela é minha companheira de quarto.
Ele esfrega seu queixo em deliberação calma, seus olhos
cinza me avaliando.
— Você se voluntariou para fazer esta entrevista? — Ele
pergunta, sua voz mortalmente calma.
Espere, quem deveria estar entrevistando quem? Seus olhos
queimam em cima de mim, e eu sou obrigada a responder com a verdade.
— Eu fui sorteada. Ela não está bem. — Minha voz é fraca
e apologética.
— Isso explica muita coisa.
Há uma batida na porta, e a loira Numero Dois entra.
— Sr. Borges, perdoe-me por interromper, mas sua próxima
reunião será em dois minutos.
— Nós não terminamos aqui, Andrea. Por favor, cancele
minha próxima reunião.
Andrea fica boquiaberta, sem saber o que falar. Ela parece
perdida. Ele vira a cabeça lentamente para encará-la e levanta sua sobrancelha.
Ela ruboriza escarlate. Oh bem. Ainda bem que eu não sou a única.
— Muito bem, Sr. Borges, — ela murmura, depois saí. Ele
franze a testa, e volta sua atenção para mim.
— Onde nós estávamos, Senhorita Abrahão?
Oh, nós voltamos a “Srta. Abrahão” agora.
— Por favor, não gostaria de atrapalhar suas obrigações.
— Eu quero saber sobre você. Eu acho que isto é justo. —
Seus olhos cinza estão acesos de curiosidade. Duas vezes merda. Onde ele está
indo com isto?
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Cinquenta Tons de Marrom
Capitulo
11
— Esta é uma questão de registro público, Senhorita Abrahão.
— Seu tom é duro. Eu ruborizo, novamente. Merda.
Sim claro que, se eu soubesse que eu faria esta entrevista,
eu teria feito algumas pesquisas.
Eu continuo depressa.
— Você teve que sacrificar uma vida familiar por seu
trabalho.
— Isto não é uma pergunta. — Ele é conciso.
— Desculpe. — Eu me contorço, e ele me faz sentir como
uma criança errante. Eu tento novamente. — Você teve que sacrificar uma vida em
família por seu trabalho?
— Eu tenho uma família. Eu tenho um irmão e uma irmã e
pais amorosos. Eu não estou interessado em estender minha família além disto.
— Você é gay, Sr. Borges?
Ele inala bruscamente, e eu me encolho, mortificada.
Merda. Por que eu não empreguei algum tipo de filtro antes de eu ler em voz
alta a pergunta? Como eu posso dizer a ele que eu estou só lendo as perguntas?
Maldita Lu e sua curiosidade!
— Não Sophia, eu não sou. — Ele levanta suas sobrancelhas,
um brilho frio em seus olhos. Ele não parece contente.
— Eu peço desculpas. Isto está hum... escrito aqui. — É a
primeira vez que ele disse meu nome. Meu batimento cardíaco acelera, e minhas
bochechas estão aquecendo novamente.
Nervosamente, eu coloco meu cabelo solto atrás da minha
orelha.
Ele dobra sua cabeça para um lado.
— Estas não suas próprias perguntas?
O sangue drena de minha cabeça. Oh não.
Cinquenta Tons de Marrom
Capitulo
10
Ele encolhe os ombros, muito reservado.
— É um negócios astuto, — ele murmura, entretanto eu
penso que ele não está sendo sincero. Isso não faz sentido, alimentar os pobres
do mundo? Eu não posso ver os benefícios financeiros disto, só a virtude do
ideal. Eu olho para a próxima pergunta, confusa por sua atitude.
— Você tem uma filosofia? Nesse caso, qual é?
— Eu não tenho uma filosofia como essa. Talvez um
princípio do orientador Carnegie: “Um homem que adquire a habilidade de tomar
posse completa de sua própria mente, pode tomar posse de qualquer outra coisa a
que ele por justiça tem direito”. Eu sou muito peculiar, impulsivo. Eu gosto de
controlar, a mim mesmo e aqueles ao meu redor.
— Então você quer possuir coisas? — Você é um maníaco por
controle.
— Eu quero merecer possuí-las, mas sim, no resultado
final, eu quero.
— Você soa como o consumidor irrevogável.
— Eu sou. — Ele sorri, mas o sorriso não toca seus olhos.
Novamente isto está em conflito com alguém que quer alimentar o mundo, então eu
não posso evitar pensar que nós estamos conversando sobre outra coisa, mas eu
estou absolutamente confusa sobre o que é isto. Eu engulo em seco. A
temperatura na sala está subindo ou talvez seja apenas eu. Eu só quero que esta
entrevista termine. Seguramente Lu tem material suficiente agora? Eu olho para
a próxima pergunta.
— Você foi adotado. Até que ponto você acha que isto
formou o que você é? — Oh, isto é pessoal. Eu fico olhando para ele, esperando
que ele não se ofenda. Sua testa enruga.
— Eu não tenho como saber.
Meu interesse é despertado.
— Que idade você tinha quando você foi adotado?
Capitulo 9
— Você investe em fabricação. Por que, especificamente? —
Eu pergunto. Por que ele me faz tão desconfortável?
— Eu gosto de construir coisas. Eu gosto de saber como as
coisas funcionam: o que torna as coisas marcantes, como construir e destruir. E
eu tenho um amor por navios. O que eu posso dizer?
— Isso soa como seu coração falando, em lugar da lógica e
fatos.
Ele faz trejeitos com a boca, e olha de forma avaliadora
para mim.
— Possivelmente. Embora existem pessoas que diriam que eu
não tenho coração.
— Por que eles diriam isto?
— Porque eles me conhecem bem. — Seu lábio enrola em um
sorriso irônico.
— Seus amigos dizem que você é fácil de conhecer? — E eu
lamento a pergunta assim que eu falo. Não está na lista de Lu.
— Eu sou uma pessoa muito privada, Senhorita Abrahão. Eu
percorro um caminho longo para proteger minha privacidade. Eu não costumo dar
entrevistas, — ele vagueia.
— Por que você concordou em fazer esta aqui?
— Porque eu sou um benfeitor da Universidade, e para
todos os efeitos, eu não consegui tirar a Senhorita Blanco de minhas costas.
Ela insistiu e insistiu com meu pessoal de Relações Públicas, e eu admiro esse
tipo de tenacidade.
Eu sei o quanto Lu pode ser tenaz. É por isso que eu
estou sentada aqui me contorcendo desconfortavelmente, sob o seu olhar penetrante,
quando eu tinha que estar estudando para meus exames.
— Você também investe em tecnologias agrícolas. Por que
você está interessado nesta
— Nós não podemos comer dinheiro, Senhorita Abrahão, e
existem muitas pessoas neste planeta que não tem o suficiente para comer.
— Isso soa muito filantrópico. É algo que você sente
apaixonadamente? Alimentar os pobres do mundo?
Capitulo 8
— Você sente que tem imenso poder? — Maníaco por
controle.
— Eu emprego mais de quarenta mil pessoas, Senhorita
Abrahão. Isso me dá certo sentido de responsabilidade.... poder, se assim
prefere. Se decidisse que já não me interesso mais pelos negócios de
telecomunicações e vendesse tudo, vinte mil pessoas teriam grandes dificuldades
em pagar suas hipotecas no final do mês então.
Minha boca abriu. Eu estou espantada pela sua falta de
humildade.
— Você não tem um conselho ao qual responder? — Eu
pergunto, repugnada.
— Eu possuo a minha empresa. Eu não tenho que responder
para um conselho.
Ele levanta uma
sobrancelha para mim.
Eu ruborizo. Claro, eu saberia disto se eu tivesse feito
alguma pesquisa. Mas puta merda, ele é tão arrogante. Eu mudo de rumo.
— E você tem algum interesse fora de seu trabalho?
— Eu tenho interesses variados, Senhorita Abrahão. — A
sombra de um sorriso toca seus lábios. — Muito variado. — E por alguma razão,
eu estou confusa e inflamada por seu olhar firme. Seus olhos estão iluminados
com algum pensamento mau.
— Mas se você trabalha tão duro, o que você faz para
relaxar?
— Relaxar? — Ele sorri, revelando dentes brancos
perfeitos.
Eu paro de respirar. Ele realmente é lindo. Ninguém devia
ser tão bonito.
— Bem, para “relaxar” como você diz, eu velejo, eu vôo,
eu desfruto de várias
atividades físicas.
Ele desloca-se em sua cadeira. — Eu sou um homem muito
rico, Senhorita Abrahão e tenho passatempos caros e absorventes.
Eu olho depressa as perguntas de Lu, querendo sair deste
assunto.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Cinquenta tons de Marrom
Capitulo
7
— Eu achei que você teria, — ele diz, impassível. Ele
está rindo de mim. Minhas bochechas esquentam com a percepção, e eu me sento
reta e enquadro meus ombros em uma tentativa de parecer mais alta e mais
intimidante. Apertando o botão iniciar do gravador, eu tento parecer
profissional.
— Você é muito jovem para ter acumulado tal império. Há
que você deve seusucesso? — Eu olho para ele. Seu sorriso é arrependido, mas
ele parece vagamente desapontado.
— Negócios é tudo sobre pessoas, Senhorita Abrahão e eu
sou muito bom em julgar as pessoas. Eu sei como elas marcam, o que as faz
florescer, o que não faz, o que as inspira, e como incentivá-las. Eu emprego um
time excepcional, e eu os recompenso bem. — Ele pausa e me fixa com seu olhar
cinza. — Minha convicção é de alcançar o sucesso em qualquer esquema, alguém
tem que se fazer mestre deste esquema, conhecê-lo de dentro para fora, saber
todos os detalhes. Eu trabalho duro, muito duro para fazer isto. Eu tomo
decisões baseadas em lógica e fatos. Eu tenho um instinto natural que pode
localizar e nutrir uma boa ideia sólida e boas pessoas. O resultado final é
sempre estabelecido para as boas pessoas.
— Talvez você seja apenas sortudo. — Isto não está na
lista de Lu, mas ele é tão arrogante. Seus olhos chamejam momentaneamente em
surpresa.
— Eu não acredito em sorte ou azar, Senhorita Abrahão.
Quanto mais duro eu trabalho mais sorte eu pareço ter. Realmente é tudo sobre
ter as pessoas certas em seu time e dirigindo suas energias neste sentido. Eu
acho que foi Harvey Firestone quem disse “o crescimento e desenvolvimento das
pessoas é a maior vocação de liderança.
— Você soa como um maníaco por controle. — As palavras
saíram de minha boca antes que eu possa detê-las.
— Oh, eu exerço controle em todas as coisas, Senhorita Abrahão,
— ele diz sem rastro de humor em seu sorriso. Eu olho para ele, e ele segura o
meu olhar continuamente, impassível. Meu batimento cardíaco acelera, e meu
rosto fica corado novamente. Por que ele tem tal efeito irritante sobre mim?
Sua beleza opressiva talvez? O modo
como seus olhos brilham para mim? O modo como ele acaricia
com o dedo indicador seu lábio inferior? Eu gostaria que ele parasse de fazer
isto.
— Além disso, o imenso poder é adquirido assegurando-se
em seus devaneios secretos, que você nasceu para controlar as coisas, — ele
continua, sua voz suave.
Cinquenta Tons de Marrom
Capitulo
6
— Entendo, — ele simplesmente diz. Eu penso ver um
fantasma de um sorriso em sua expressão, mas eu não estou certa. — Você
gostaria de se sentar? — Ele acena em direção a um sofá de couro branco em
forma de L.
Seu escritório é muito grande para um homem só. Na frente
das janelas que vão do chão ao teto, há uma enorme escrivaninha moderna de madeira
escura, que seis pessoas poderiam comer confortavelmente ao redor. Combinando a
mesa de café com o sofá. Todo o resto é branco, teto, pisos e paredes, exceto,
a parede perto da porta, onde estava um mosaico pendurado de pequenas pinturas,
trinta e seis delas dispostas em um quadrado. Elas são primorosas, uma série de
objetos mundanos esquecidos, pintados com tal detalhe preciso que eles parecem
com fotografias. Exibidos juntos, eles são de tirar o fôlego.
— Um artista local. Trouton, — Grey diz quando ele pega
meu olhar.
— Elas são adoráveis. Elevando o ordinário para o
extraordinário, — eu murmuro distraída, tanto por ele como pelas pinturas. Ele
vira sua cabeça para um lado e me fixa atentamente.
— Eu concordo plenamente, Senhorita Steele, — ele
responde, sua voz suave e por alguma razão inexplicável eu me encontro corando.
Além das pinturas, o resto do escritório era frio, limpo
e clínico. Eu me pergunto se isto reflete a personalidade do Adônis, que afunda
graciosamente em uma das cadeiras de couro branco á minha frente. Eu agito
minha cabeça, transtornada com a direção de meus pensamentos, e recupero as
perguntas de Kate da minha mochila. Em seguida, eu instalo o mini gravador e
sou toda dedos e polegares, o deixando cair uma segunda vez na mesa de café à
minha frente. O Sr. Grey não diz nada, esperando pacientemente “eu espero”
enquanto eu me torno cada vez mais envergonhada e frustrada. Quando eu tomo
coragem para olhá-lo, ele está me observando, uma mão relaxada em seu colo e a
outra embaixo de seu queixo e arrastando o seu longo dedo indicador através de
seus lábios. Eu acho que ele está tentando conter um sorriso.
— Desculpe-me, — eu gaguejo. — Eu não estou acostumada a
isto.
— Leve o tempo que você precisar, Senhorita Steele, — ele
diz.
— Você se importa se eu gravar suas respostas?
— Depois que você teve tantas dificuldades para instalar
o gravador, agora que você me pergunta?
Eu coro. Ele está tirando sarro de mim? Eu espero. Eu
pisco para ele, sem saber o que dizer, e acho que ele fica com pena de mim
porque ele cede. — Não, eu não me importo.
— Será que Kate, eu quero dizer, a Senhorita Kavanagh,
explicou para o que é a entrevista?
— Sim. Para aparecer na edição de graduação do jornal
estudantil quando eu
outorgar o diploma na cerimônia de graduação deste ano.
Oh! Isto é novidade para mim, e eu estou temporariamente
preocupada pelopensamento de que alguém não muito mais velho do que eu, Ok,
talvez uns seis anos mais ou menos, e ok, mega- bem sucedido, mas, ainda assim,
vai me apresentar em minha licenciatura. Eu franzo a testa, arrastando minha
teimosa atenção de volta à tarefa à mão.
— Bem, — eu engulo nervosamente. — Eu tenho algumas
perguntas, Sr. Grey. —
Eu aliso um cacho perdido de cabelo atrás de minha
orelha.
Cinquenta Tons de Marrom
Capitulo 5
— Aqui está, Senhorita Abrahão.
— Obrigada.
A Loira Número Dois marcha
para a grande escrivaninha, seus saltos clicando e ecoando no chão de arenito.
Ela se senta, e ambas continuam seu trabalho.
Talvez o Sr. Borges insista
que todos os seus empregados sejam loiros. Eu me pergunto ociosamente se isto é
legal, quando a porta do escritório abre e um alto, elegantemente vestido,
atraente homem Afro-Americano com curtos dreads sai. Eu definitivamente vesti
as roupas erradas.
Ele se vira e diz pela
porta. — Golfe, esta semana, Borges.
Eu não ouço a resposta. Ele
vira-se, me vê, e sorri, seus olhos escuros enrugando nos cantos. Olivia salta
e chama o elevador. Ela parece se destacar em pular de sua cadeira. Ela está
mais nervosa que eu!
— Boa tarde, senhoras, — ele
diz enquanto parte pela porta deslizante.
— O Sr. Borges verá você
agora, Senhorita Abrahão. Siga-me, — A Loira Numero Dois
Eu estou bastante tremula
tentando suprimir meus nervos. Juntando minha mochila, eu abandono meu copo de
água e faço meu caminho para a porta parcialmente aberta.
— Você não precisa bater,
apenas entre. — Ela amavelmente sorri.
Eu empurro a porta aberta e
cambaleio, tropeçando em meus próprios pés, e caio de cabeça dentro do
escritório.
Merda dupla: eu e meus dois
pés esquerdos! Eu estou em minhas mãos e de joelhos na porta de entrada do
escritório do Sr.Borges, e mãos gentis estão ao meu redor me ajudando a levantar.
Eu estou tão envergonhada, maldita falta de jeito. Eu tenho que lançar meu
olhar para cima. Puta que pariu, ele é tão jovem.
— Senhorita Blanco. — Ele
estende uma mão com longos dedos para mim, uma vez que eu fico de pé. — Eu sou Micael
Borges. Você está bem? Você gostaria de se sentar?
Tão jovem, e atraente, muito
atraente. Ele é alto, vestido em um fino terno cinza,camisa branca e gravata
preta, com incontroláveis cabelos cor de cobre e intensos, luminosos olhos
cinza claro que me observam astutamente. Leva um momento para eu encontrar
minha
— Hum hum. Perfeitamente —
eu murmuro. Se este cara está acima dos trinta então eu sou o tio Macaco.6 um
choque. Quando nossos dedos se tocam, eu sinto um estimulante e estranho
calafrio,correndo através de mim. Eu retiro minha mão apressadamente,
envergonhada. Deve ser estática. Eu pisco rapidamente, minhas pálpebras
harmonizando minha frequência cardíaca.
— A Senhorita Blanco está
indisposta, então ela me enviou. Eu espero que você não se importe, Sr. Borges.
— E você é? — Sua voz é
morna, possivelmente divertida, mas é difícil dizer por sua expressão
impassível. Ele parece ligeiramente interessado, mas acima de tudo, educado.
— Sophia Abrahão . Eu estudo
Literatura inglesa com Lu, hum... Lua...
hum... Senhorita Lua do
Estado de Washington.
Em uma confusão, eu coloco minha mão na dele e
nós levamos.
COMENTARIOS
QUANDO TIVER COMENTARIOS POSTO POR QUE NÃO VOU ESCREVER SE NINGUÉM COMENTAR . POR QUE O QUE MOTIVA O ESCRITOR SÃO OS LEITORES E OS COMENTARIOS.
Avisoooooooooo
Ooooooiiiiiiiiiiiiii Gente voltei vou escrever a web e vou postar andei meio desanimada para escrever mais voltei e vou voltar a postar desculpa pela demora vou postar mais quero comentarios .
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Aviso
Gente eu tive um pequeno problema a luz da minha casa acabou uns dias atrás e eu perdir os capitulos estou reescrevendo eles e peço desculpas pela demora pra postar mais quando eu posta vou recompensar vcs. Brigadinho
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Cinquenta tons de Marron
Capitulo 04
Eu me sento, pesco as
perguntas de minha mochila, e dou uma repassada nelas, amaldiçoando
interiormente Lua por não me fornecer uma breve biografia. Eu não conheço nada
sobre este homem que estou para entrevistar. Ele pode ter noventa anos ou pode
ter trinta. A incerteza está me irritando, e meus nervos ressurgem, fazendo com
que eu fique incomodada. Eu nunca fico confortável com uma entrevista em
pessoa, preferindo o anonimato de uma discussão de grupo onde eu posso me
sentar imperceptivelmente na parte de trás da sala. Para ser honesta, eu
prefiro minha própria companhia, lendo um romance clássico britânico, enrolada
em uma cadeira na biblioteca do campus. Não sentada se contorcendo nervosamente
em um colossal edifício de vidro e pedra.
Eu reviro meus olhos para
mim mesma. Mantenha o controle, Steele. A julgar pelo edifício, que é muito
clínico e moderno, eu imagino que Borges está em seus quarenta: em forma,
bronzeado, e de cabelos loiros para combinar com o resto do pessoal.
Outra elegante,
impecavelmente vestida loira sai de uma grande porta à direita. O que é isso
tudo com as loiras imaculadas? É como Stepford5 A mais recente loira pergunta. aqui.
Respirando fundo, eu me levanto. — Senhorita Abrahão? — A mais recente loira
pergunta.
— Sim, — eu coaxo, e clareio
minha garganta. — Sim. — Agora, isto soou mais confiante.
— O Sr. Borges irá recebê-la
em um momento. Eu posso pegar seu casaco?
— Oh, por favor. — Eu luto
para tirar a jaqueta.
— Já foi oferecido a você
alguma bebida?
— Hum, não. — Oh Deus, a
Loira Número Um está em problemas?
A Loira Número Dois franziu
o cenho e olhou a jovem na escrivaninha.
— Você gostaria de um chá,
café, água? — Ela pergunta, voltando sua atenção para mim.
— Um copo de água. Obrigada,
— eu murmuro.
— Olivia, por favor, vá
buscar para Senhorita Abrahão um copo de água. — A voz dela é grave. Olivia
foge imediatamente e se apressa para uma porta no outro lado do saguão.
— Minhas desculpas,
Senhorita Abrahão, Olivia é nossa nova estagiária. Por favor, sente-se. O Sr. Borgeslevará
mais cinco minutos.
Olivia retorna com um copo
de água gelada.
Cinquenta tons de Marrom
Capitulo 03
Capitulo 03
Atrás do balcão de arenito
sólido, uma muito atraente, adestrada, jovem loira sorri agradavelmente para
mim. Ela está vestindo um terninho carvão e camisa branca, mais elegante que eu
já vi. Ela parece imaculada.
— Eu estou aqui para ver o
Sr. Borges. Sophia Abrahão por Lua Blanco.
— Com licença um momento,
Senhorita Abrahão. — Ela arqueia sua sobrancelha ligeiramente quando eu
permaneço conscientemente diante dela. Eu começo a desejar que eu ter pegado
emprestado um dos blazers formais de Kate em lugar de vestir minha jaqueta azul
marinho. Eu fiz um esforço e vesti minha única saia, minhas comportadas botas
marrons até os joelhos e um suéter azul. Para mim, isto é inteligente. Eu enfio
um dos fugitivos tentáculos de meus cabelos para trás de minha orelha enquanto
eu finjo que ela não me intimida.
— Senhorita Blanco é
esperada. Por favor, registre-se aqui, Senhorita Abrahão. Você irá até o último
elevador à direita, pressione para o vigésimo andar. — Ela sorri amavelmente
para mim, divertida, sem dúvida, quando eu me registro.
Ela me dá um crachá de
segurança que tem VISITANTE muito firmemente estampado na frente. Eu não posso
evitar meu sorriso. Certamente é óbvio que eu estou só de visita. Eu não
encaixo aqui mesmo.
Nada muda, eu interiormente
suspiro. Agradecendo a ela, eu caminho para o banco de elevadores passando os
dois homens da segurança que estão muito mais bem vestidos do que eu estou, em
seus ternos pretos bem cortados.
O elevador me leva
rapidamente com máxima velocidade para o vigésimo andar. As portas deslizam
abrindo, e eu estou em outra grande entrada, mais uma vez toda em vidro, aço e
arenito branco. Eu sou confrontada por outra mesa de arenito e outra jovem
loira vestida impecavelmente em preto e branco, que levanta para me saudar.
— Senhorita Abrahão, você
poderia esperar aqui, por favor? — Ela aponta para uma área acomodada por
cadeiras de couro branco.
Atrás das cadeiras de couro
está uma espaçosa sala de reunião envidraçada, cercada por uma mesa de madeira
escura, igualmente espaçosa e pelo menos vinte cadeiras harmonizadas ao redor
dela. Além disto, tinha uma janela do chão ao teto com uma visão do horizonte
de Seattle. É uma paisagem incrível, e fico momentaneamente paralisada com a
visão. Uau!
domingo, 12 de julho de 2015
Cinquenta tons de Marrom
Capítulo 02
— Claro que eu vou Lua. Você
deve voltar para a cama. Você gostaria de um pouco de Nyquil ou Tylenol?
— Nyquil, por favor. Aqui
estão às perguntas e meu mini-gravador. Apenas aperte gravar aqui. Faça
anotações e eu transcreverei tudo.
— Eu não sei nada sobre ele,
— eu murmuro, tentando e falhando em suprimir meu pânico crescente.
— As perguntas virão ao seu
encontro. Vá. É uma longa viagem. Eu não quero que você se atrase.
— Ok, eu estou indo. Volte
para a cama. Eu fiz uma sopa para você aquecer mais tarde. — Eu olho para ela
ternamente. Só por você, Lua, eu farei isto.
— Eu sei. Boa sorte. E
obrigado Sophia, como sempre, você é minha salvadora.
Juntando minha mochila, eu
sorrio ironicamente para ela, então me dirijo porta afora para o carro. Eu não
posso acreditar que eu deixei Lua me convencer disto. Entretanto, Lua pode
convencer qualquer um de qualquer coisa.
Ela vai ser uma jornalista
excepcional. Ela é articulada, forte, persuasiva, argumentativa, bonita e ela é
minha mais querida, querida amiga.
As estradas estão limpas
quando eu parto de Vancouver, com acesso a Washington em direção a Portland e a
I-5. É cedo, e eu não tenho que estar em Seattle até às duas da tarde.
Felizmente, Lua me emprestou
seu desportivo Mercedes CLK. Eu não tenho certeza se Wanda, meu velho besouro
VW, faria a jornada a tempo. Oh, o Merc. é uma diversão de dirigir, e as milhas
escapam quando eu piso no pedal até o fundo.
Meu destino é a sede global
da empresa do Sr. Borges. É um edifício comercial enorme de vinte andares, todo
em vidro curvo e aço, uma estrutura arquitetônica fantástica, com Borges escrito
discretamente em aço acima das portas de vidro dianteiras. É uma e quarenta e cinco
quando eu chego, estou tão aliviada de não estar atrasada quando eu entro na
enorme, e francamente intimidante portaria de vidro e aço, em arenito branco.
Cinquenta tons de Marrom
Capítulo 01
Encaro a mim mesmo no
espelho, frustrada. Maldito cabelo, que simplesmente não me obedece, e maldita
Lua Blanco que resolveu ficar doente e me submeter a essa tortura. Eu deveria
estar estudando para as provas finais, que são daqui a uma semana, mas estou
tentando amansar meu cabelo com a escova. Não
devo dormir com ele molhado. Não devo dormir com ele molhado. Recitando esta
ladainha várias vezes, eu tento, mais uma vez, deixa-los sob controle com a
escova. Eu reviro meus olhos em exasperação e olho para a pálida menina de cabelos
castanhos com olhos azuis muito grandes para seu rosto, olhando fixamente de
volta para mim, e desisto. Minha única opção é conter meu cabelo rebelde em um
rabo-de-cavalo e esperar que eu pareça meio apresentável.
Kate é minha companheira de
quarto, e ela escolheu justamente hoje para sucumbir à gripe. Então,
ela não podia comparecer a entrevista que ela agendou, com algum magnata mega
industrial que eu nunca ouvi falar, para o jornal estudantil. Então eu tive que
me voluntariar. Eu tenho exames finais para estudar, uma redação para terminar,
e eu devia estar trabalhando esta tarde, mas não, hoje eu tenho que dirigir
duzentos e sessenta e cinco quilômetros para o centro de Seattle a fim de
encontrar o enigmático CEO da Borges Enterprises Holdings, Inc. Como um
empresário excepcional e benfeitor importante de nossa Universidade, seu tempo
é extraordinariamente precioso, muito mais precioso que o meu, mas, ele
concedeu a Lua uma entrevista. Um verdadeiro golpe de sorte, ela me disse.
Maldita atividades extracurriculares dela.
Lua está encolhida no sofá na sala de estar.
— Sophia, eu sinto muito.
Demorei nove meses para conseguir esta entrevista. Levará outros seis para
reagendar, e nós duas vamos estar formadas até lá. Como editora, eu não posso
estragar isto. Por favor, — Lua me implora em sua voz rouca, de garganta
inflamada.
Como ela faz isto? Mesmo
doente ela parecia atrevida e magnífica, com cabelos ruivos dourados e olhos
verdes brilhantes, embora agora avermelhados e com coriza nasal. Eu ignoro minha
pontada de simpatia indesejada.
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Sinpse
Cinquenta tons de Marrom
Quando Sophia Abrahão entrevista o jovem empresário Micael Borges,
descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e
inocente, Sophia se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática
reserva de Borges, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à
beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Sophia, Borges admite
que também a deseja — mas em seus próprios termos.Chocada e ao mesmo tempo
seduzida pelas estranhas preferências de Borges, Sophia hesita. Por trás da
fachada de sucesso — os negócios multinacionais, a vasta fortuna, a amada família
—,Borges é um homem atormentado por demônios do passado e consumido pela necessidade
de controle. Quando eles embarcam num apaixonado e sensual caso de amor, Sophia
não só descobre mais sobre seus próprios desejos, como também sobre os segredos
obscuros que Borges tenta manter escondidos...
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Imagine Somic
Oi gente vou escrever uma web sobre somic vai ser uma adaptação do livro Cinquenta tons de Cinza.
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